terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Mudança

- A tal da mudança é complicada.
- Porque diz isto?
- Nós vamos mudar de lugar, mas não completamente de lugar, nós vamos ficar com as mesmas coisas em um determinado lugar, logo, não importa o lugar que esteja, as coisas vão ser as mesmas.
- Mas isso não faz diferença.
- É claro que faz! Nos dá trabalho, nos tira o ócio para ter as coisas insignificantemente diferente do jeito que estão. Isto me dá preguiça até de pensar!
- Então pare de pensar e leve esta caixa até o caminhão.
- Porque as coisas em caixas?
- Para não danificar.
- Essa é a questão! Nós poderíamos colocar todas as coisas misturadas, é claro que algumas vão quebrar, mas isto pouco importa, pois estaremos trocando por coisas novas, e essa é a chave da questão.
- Então, qual é a chave da questão?
- Isso é uma mudança. E mudanças são complicadas.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Destilada

A bebida era destilada,
Tu eras destilada, meus pensamentos não tem sentido,
Vodka forte, que desce queimando,
Bebida forte, que deixa a noite solitária.

A brisa que se tornava um conjunto de sinfonias,
A solidão que me deixava cada vez mais só.
A maldição de ter uma vida infeliz,
A prisão.

A bebida era destilada,
E você, era o que me faltava para desfragmentar-me ao mundo.

Sentindo o momento através das luzes da cidade,
A cidade noturna, calma, sorrateira e pensativa,
A cidade noturna, que me dava prazer,
Sentar-me a grama para pensar sobre a vida.

Vida essa, repentinamente amargurada.
Vida essa, que me queimava por dentro.
Queimava-me como a bebida,

E a bebida, a bebida era destilada.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Era uma tarde tediosa, aquela...

Era uma tarde tediosa aquela. Trigésimo sexto minuto, da décima terceira hora, do vigésimo dia, do oitavo mês, do décimo e terceiro ano, do vigésimo e primeiro século do que muitos chamavam da era Cristã. Traduzindo ao pé da letra, eram 13h36, do dia 20/08/2013. Agora não mais, já se passou alguns minutos desde que começara a escrever isto aqui em um documento qualquer do Microsoft Word. Visto que era uma tarde incomum, para suas tardes monótonas, entretanto, apesar de ser incomum, não deixava de ser monótona.

Nesta manhã recebera a coleção d’O Guia do Mochileiro das Galáxias, do qual era muito fã, fez esta compra pela internet acerca de duas semanas atrás, e estava um tanto quanto ansioso em receber os livros que tanto admirava. Mas não, ainda era monótona esta tarde. Em compensação aos outros dias em que passa a tarde inteira jogando The Elder Scrolls V: Skyrim, esta tarde está sendo OK, exceto as quintas, que tem aula de guitarra. Ah, ele poderia estar estudando as escalas de nome complicado da guitarra, e a maldição de usar o dedo mindinho em todas elas, maldição mesmo, dedos viciados na preguiça, tipo ele. Quando almoçara, fora direto começar a ler O Guia do Mochileiro das Galáxias pela milésima vez, mas, agora o livro era seu, e o gostinho era mais especial. Abrir o Word para escrever bobagens não estava em seus planos para a tarde, entretanto, achou necessário porque sempre é bom colocar as ideias em algum lugar depois de acompanhar a vida de Arthur Dent e de Ford Prefect. Tem aula a noite, tem um trabalho de história para apresentar do qual já deveria ter feito, mas a mania de deixar tudo para a última hora prevalece. Assim como na guitarra, sequer sabe a ordem da escala e o nome delas, mas vamos lá, eram nomes complicados.

Para quebrar a rotina ainda tinha que ir na lotérica pagar a conta de luz, as vezes ver a luz do sol também é necessário, acho que graças ao Dovahkiin, vem perdendo suas manias de como se comportar em público, se continuar assim, esquece. Além de que deve tomar banho, comer e blá blá blá para ir a escola a noite. Não aguentava mais a vida de colegial, ansiosamente a espera da vida acadêmica, mas ânimo, apenas mais três meses de espera!


Ah, e acho que fazer os deveres é necessário, ainda se pergunta porque foi escrever isto nesta tarde barulhenta, mas espero que tudo ocorra bem quando retomar seu juízo, ao contrário do que foi na última vez quando cortara o cabelo, não teve um dia de paz, mas isto, ah, isto é outra coisa...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pensamentos de noites persistentes

Outrora eu pensava,
Que estava aqui para ter um destino,
Outrora eu fazia por merecer,
Todo o meu repentino desprazer,
Para ter um lugar eterno.

Diante da verdade da vida,
Pensei em desistir do nada e do fútil, talvez,
Mudar, mudanças para lá e para cá,
Atenuar a minha existência nesse mundo.

Atenuar o que um dia foi um momento verossímil e encantador,
Atenuar o que um dia foi uma vida cheia de esperança e luz,
Atenuar o destino,
Atenuar a reflexão, das várias noites que passei pensando no universo.

Tudo aqui, tudo ali, tudo em tudo,
Das várias noites que passei escrevendo sobre o destino,
Das várias noites que eu pensei no fim de tudo, no começo de tudo,
Das várias noites, como esta com um pensamento repentino.

Repentino, repetido,
Noites de atenuação e destino,
Noites de existência,

Noites de universo.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Os Rosefox

...E tudo que eu via por ali eram os homens, os soldados do brasão de raposa. O interessante brasão, que havia uma raposa com calda de fogo em torno de uma rosa vermelha. O brasão era impressionantemente lindo, os soldados eram bravos e a família era honrada. Os Rosefox eram os donos das regiões das planícies perdidas. Uma família rica e soberba, seus reinos beiravam monumentos, grandes castelos com centenas de soldados, mas sinceramente, eu ainda acho que eles vão se afundar no próprio dinheiro...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Arvorescos e Aqualungos


- O que é aquilo? Aquilo, naquela árvore... – Disse o elfo.
- O que? Ah... Aquilo é um arvoresco. – Responde com muita calma, o ancião.
- Um arvoresco? – Disse o elfo, confuso ao mesmo tempo em que leva a mão e coça a cabeça.
- E logo mais para frente é um aqualungo, ali, naquele rio, está vendo?
- O que? Onde?
- Está vendo aquele rosto no tronco daquela árvore? E aquela bolha d’água ali no rio? Está vendo? – Explica o ancião enquanto aponta seu cajado para o horizonte.
- Ah, estou, mas... – Responde, ainda com confusão.
- Então, arvorescos são árvores falantes, em época de inverno falam, até demais, mas normalmente apenas ficam paradas, nos acompanhando com os olhos e pensando no próximo inverno. E aqualungos são bolhas d’água pensantes, não sei porque eles apenas pensam... E... Ah, eles não falam. – Interrompe o ancião com sua voz fina.

O ancião e o elfo caminham em direção ao rio, enquanto o arvoresco, ali parado, os seguia, com os olhos e sua face calma em seu tronco velho.

- Ah, esses arvorescos não dão um pio na primavera...

O ancião, pega seu pequeno frasco de poções e enche com a água do aqualungo flutuante. Naquele momento, os dois não falaram nada, apenas aproveitaram o que a mágica tem a oferecer de melhor para eles, olharam em volta, e sentiram o aroma da floresta em harmonia com o som da correnteza do rio, perceberam que sim, aquele lugar foi feito para os dois...

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Rosas e Saturno


Quando eu pensei naquelas rosas,
Era pra ver um sorriso, apenas um sorriso, compensaria,
Rosas ao olhar de Saturno,
Saturno ao cheiro das rosas,
Todos os meus pensamentos, e palavras eram apenas uma coisa,
O tempo foi um vilão desta vez,
Ele passou tão rápido... Três dias pareceram três anos,
Rosas e Saturno, a coexistência do que nunca vai existir.

Lamento.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Durante a união de universos... (Parte I)


Durante a união de universos...
Parte I
Bom, aquele escorredor de água do bebedouro parecia ser algo diferente para esta noite. Bobagem. O engraçado é que ele sempre tomava água no mesmo bebedouro, o mesmo de uma sequência de bebedouros lado a lado. Ele encarava toda vez que tomava água na escola. Era aula de química. Que aula mais chata, algumas pessoas conversando ali, a professora explicando o conteúdo como sempre, nada demais, nada de interessante.

- Professora, posso ir beber água? – Perguntou ele, morrendo de tédio e sem muita esperança de que a professora permita.

- Mas que coisa! Bem no meio do conteúdo! Vá, mas vá rápido! – Respondeu a professora de química, insatisfeita, após ter interrompido a explicação sobre as cadeias de carbono.

Ele saiu andando da sala, foi caminhando calmamente ao outro lado do corredor, observando as outras salas que tinham aula naquela noite. Descia as escadas e observava a parede da escola toda rabiscada, inclusive, com alguns rabiscos próprios de dois anos atrás, quando estava no Primeiro Ano. Desceu as duas escadas que dava acesso ao hall da escola, cheio de trabalhos com cores vívidas, com vários pilares sustentando em uma grande área coberta, com um outro corredor que dava acesso a duas salas, e as salas dos professores e da direção em evidência. Andou mais alguns passos, passou os bebedouros de água gelada, do qual não quis para aquela fria noite de outono, observou um pouco a lua em uma janela e foi ao seu comum bebedouro. Costumou observar o ralo de água novamente, olhava a água descer para os canos dos quais ninguém poderia ver...

Novamente, algo ali parecia sair do normal, ele via o teto da escola dando um “reflexo” em tudo, mas não se via, o que deveria ser notado por causa de seus cabelos cacheados e castanhos em evidência sob o teto amarelado da escola. Ele em um movimento estranho decidiu encostar no ralo. Erro. Ele sentiu uma forte “puxada” no braço, quase como um choque elétrico percorrendo todo o seu braço e dando uma confusão na sua mente, que deu uma piscada e logo se reestabeleceu. Terminou de beber sua água e voltava para a sala.
Fazendo seu caminho de volta, sentiu-se estranho, as escadas pareciam estar mais sujas do que ele antes vira, e alguns riscos que estava há anos na parede simplesmente desapareceram. Estranho, novamente, estranho. Fazendo seu caminho a sala, que era a ultima no corredor, logo caminhou sem notar muito o que estava a sua volta, apenas olhando e olhando para o teto, ainda sentindo um certo desconforto no braço.

Entrando na sala se depara com outro professor, desta vez, o professor de História, alto e desajeitado, ensinando a matéria normalmente como ensina, se deparou novamente com um belo ruído vindo debaixo, não ligou, simplesmente. Refletindo, não sabia que demoraria tanto assim a voltar a sala, nem mesmo ouvira o sinal tocar. Melhor ficar calado, não sobraria nada para ele, apesar de que para ele não passou ao menos dois minutos, provavelmente ele deve ter ficado enrolando no mínimo uma meia hora. Ele olhou no relógio e viu que passaram apenas cinco minutos desde que saíra da sala.

- Qual foi a da brincadeira de troca dos professores desta vez? – Falou alto para todos, interrompendo a explicação sobre a Revolução Russa, o que, ao seu ouvir estava um tanto quanto falha.

- Com licença, mas, ao que se refere – Falava o professor, confuso.

- Ué? Não estava a professora de química aqui agora há pouco? Eu desci para beber água e me deparo com o senhor dando aula, professor.

- Sim... Fui eu que lhe dei permissão. – Respondeu novamente o professor, mais confuso ainda.

- Não, foi a professora de química, e estávamos estudando cadeia de carbonos com o quadro cheio, como foi que você passou toda essa tese histórica sobre a Revolução Russa tão rapidamente?

- Há uma confusão, quem deixou você ir fui eu, de qualquer forma, não interrompa a explicação.

- Mas você está brincando não é? Todos sabemos que foi uma revolução comunista que se atendeu sobre a Rússia em 1917. E criou a URSS, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

- Bela ideia, hahaha! Como se o comunismo desse certo em algum lugar do mundo. Não foi isso, foi uma revolução anarquista, e criou a República Livre da Rússia.

- Como você pode ensinar uma coisa tão errada? Até mesmo a bandeira da antiga Rússia era um símbolo comunista nas cores vermelha e dourado. – Respondeu o aluno, em tom de voz alto e bravo por o professor estar ensinando uma coisa tão errada ao seu ponto de vista.

- Que ideias são essas afinal? Em 1917, Doiovsky aplicou um regime anarquista na Rússia, se matando depois, este regime do qual perdura até hoje. A Rússia foi o primeiro país anarquista da história, dando origem a uma série de revoluções, principalmente em Cuba, na Coréia e no Vietnã. E a bandeira era um símbolo Anarquista preto e branco para representar sua liberdade. Não sei da onde tira ideia de que um regime comunista poderia ocorrer nos dias de hoje. – Respondeu o professor, explicando o conteúdo e também com tom de voz alterado devido a mudança de ideias.

- Mas que baboseiras! Como você pode ensinar uma coisa dessas?

- Baboseiras ouvem de sua boca! Você é um mero aluno que está aqui para estudar, se não quiser aprender sobre a revolução Russa, saia daqui, por favor! – Falou o professor extremamente irritado.

- Com todo o prazer!

Ele arruma suas coisas e sai da escola, bufando de raiva, onde nunca ouvira mais besteiras saindo da boca de um professor onde teria que ensinar as informações corretas. Vai caminhando normalmente para sua casa, onde nota também o seu portão um tanto quanto diferente desde que viu quando saiu de casa, mas não poderia notar o que era.
Entrou em sua casa, cumprimentou sua mãe e seu pai, sentou-se na TV e ligou a TV no qual estava passando o noticiário da Rede Globo.

Para sua surpresa, o repórter estava fazendo uma reportagem direto do “World Trade Center” em Nova Iorque, rapidamente sentou-se e ouviu o noticiário normal falando sobre uma tentativa de assalto a um dos cofres do edifício.

- COMO ASSIM? O World Trade Center em pé, ali, inteirinho! Ele foi destruído há anos! Foi em 2001 né? Com o avião chocando com as torres e tudo mais! – Gritou ele, surpreso com o World Trade Center totalmente restaurado e revigorado ali na TV.

- Ah, você lembra dessa época filho? Na época alguns terroristas tentaram chocar um avião com os prédios, mas foram mobilizados antes, aconteceria uma tragédia! Pois há muitas pessoas no prédio, felizmente nada aconteceu. – Respondeu sua mãe, com uma grande calma na voz.

- Não... O que está acontecendo com as pessoas ao meu redor? Mãe, as torres gêmeas foram destruídas na manhã de 11 de setembro de 2001 por Osama Bin Laden e a Al-Qaeda... Como você não se lembra disso? E mais, como elas estão completamente normais agora?! – Continuou gritando.

- Quanta besteira filho, parece desejando a tragédia dos outros, cruzes!

- Ah, era só o que me faltava! Um dizendo sobre a revolução Russa ser anarquista, outro dizendo sobre a vitalidade das torres gêmeas, e olha lá! Elas estão inteirinhas!

- Mas filho... Foi...

- OK, estou ficando maluco... Estou sim, estou! – Respondeu novamente, inquietantemente inquieto.

- Filho, sem comentários!


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Continua!

terça-feira, 9 de abril de 2013

O destino

O destino é uma coisa engraçada,
Prega peças pelas pontas,
O destino...
O destino, é o que faz a felicidade de muitos,
Ser estampadas em pequenas palavras,
E grandes sorrisos.

sábado, 9 de março de 2013

O ancião


O vento pairava sobre as árvores com um assovio longo. Tudo estava calmo, por hora. Ao fundo, ouvia-se uma clara e duradoura cantiga de pássaros. A floresta era de fato bela, com sua atmosfera de felicidade. A manhã estava calma. A floresta estava calma. Para aquele senhor de idade, tudo estava calmo. Perfeito. Ele caminhava em folhas secas, escutando o estalar das folhas se partindo, era outono, frio. Com seu cajado na mão, continuava no ritmo dos passos. Passo. Cajado, passo. Passo, cajado. Passo. A alegria poderia ser notada na face do velho ancião. Um esquilo estava no ombro do velho e barbado ancião, os cabelos grandes e sujos ficavam até para baixo da cintura, a barba totalmente branca combinava-se com o rosto fino e magro, para uma grande altura ao senhor. Estava com uma cartola verde desbotada, suas roupas eram também desbotadas e verdes, com remendos de outros trajes, aquele senhor vivera há muito tempo ali, ainda vive, seu cajado era de uma madeira que assemelhava-se com salgueiro, escuro e com uma pedra provavelmente mágica com um brilho intenso na ponta, o cajado todo contorcido e com uma espécie de pata para segurar a pedra valiosa. A manhã passava, o tempo parecia um se fechar aos poucos. Estava preocupado o velho senhor. Sua casa era feita em uma árvore, em cima de uma velha árvore, existia uma escada em caracol que dava acesso a velha casa encantada, dentro da casa, sua cama se misturava aos montes de livros e pergaminhos em que havia informações valiosas. Começava a chover. A chuva batia na palha do telhado da casa, forte palha em que resistia a ventos e a chuva, protegendo todo o conhecimento contido na velha casa. O senhor estava cansado, sentou-se e pegou seu cachimbo ao mesmo tempo em que lia algumas informações no pergaminho. “Arquivos dos Duendes da floresta: Parte 1”. Aquilo chamou a atenção do velho senhor, uma rara escrita das criaturas talvez mais espertas deste mundo. O ancião leu aquilo com tremenda curiosidade e branda também, porém com brilho nos olhos a cada palavra lida, o velho senhor descobria segredos a cada dia, apenas aprendendo a tudo, e a todos. Sentimentos. Mistérios. Isolação. Era o que resumia o velho senhor sentado a cadeira de balanço com seu cachimbo olhando a chuva cair sobre a floresta dos mil seres. Paz. Era o que sentia. Felicidade. Outro sentimento que continha em sua mente. O velho senhor para de fumar seu cachimbo e pega o alaúde e começa a dedilhar maravilhosa canção. Observava. Pensava. Refletia. Depois de uma vida inteira de aprendizado, era naquele momento de felicidade e isolação, em que o velho senhor partiria no colo das fadas, para o mais belo lugar em que se via. O paraíso de um lunático. Sua vida chegava ao fim, para a próxima o esperar. E assim que se acaba um conto, uma vida, uma vida feliz.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Infinito estelar

Olho as estrelas, penso de como essa imensidão é tão bela, tão bonita. Acho que eu poderia passar uma noite inteira, apenas admirando tudo lá. Pensar de onde veio tudo isso, a onde vai tudo isso, é gratificante olhar apenas para pensar.

A imensidão do universo me faz pensar, refletir, de onde viemos, para onde vamos? Afinal, essa é a grande questão que nos sustenta. O objetivo de pensar, se estamos sozinhos, se vamos evoluir ao ponto de descobrir mais coisas, isso é incrível, pensar no todo, o todo, o universo.

O universo que nos dá chances para evoluir é o mesmo que nos criou, e que provavelmente vai nos extinguir daqui a milhares, talvez milhões de anos. Nosso planeta, nosso sistema solar, nossa galáxia, nosso universo. Somos o universo, somos tudo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Lar, doce lar



Lar, doce lar. Ah, como eu adoro minha cidade, Chapecó, cidade de 200 mil habitantes do oeste de Santa Catarina, cidade de imigrantes italianos, alemães e poloneses, berço da agroindústria brasileira, um dos lugares mais frios do Brasil, cidade que preserva a cultura imigrante, bela cultura imigrante. Enfim, minha cidade.

Hoje, como quase sempre, bateu um amor pela minha terra, tudo aqui é tão lindo aos meus olhos, nasci aqui e cresci aqui, nada melhor que ter meu futuro nesta cidade. Acho que daqui não saio, meu amor por aqui é muito grande. Pode ter seus defeitos, mas é a minha cidade do coração, tudo muda eu sei, mas meus olhos por aqui não, é claro que não.

Pode ser estranho ter esse amor pela terra onde nasceu e vem crescendo, mas é o que há. Cada esquina você tem uma lembrança diferente, isso acontece contigo também? Acredite, é uma das melhores sensações quanto se sente orgulho de onde se vive.

Por isso, aproveite o lugar onde vive, se não vive mais onde nasceu, relembre, mate saudades, vale a pena, pode acreditar!

Até a próxima!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Música, apenas arte

Apenas arte! A música é a arte mas bela, mais incrível e mais ótima já lançada, é uma arte que, por mais rude que eu seja, está sendo estragada nesses tempos.

Afinal, o que uma música com "tchu e tcha" e outras com letras totalmente estúpidas ganha o público Brasileiro? São ignorantes, nada mais! Acho incrível o poder dessas pessoas de estragar uma arte tão bela com esse som. Sim, cada um gosta do que quer, mas eu ainda não achei um sentido para uma pessoa gostar de uma coisa dessas.

Mas tirando essa parte vergonhosa, a música através de seus anos, desde a Idade Média vem se aperfeiçoando, eu como instrumentista sou admirador da música, de muitos tipos, do Reggae ao Country, da música Clássica ao Blues, do Jazz ao Rock, e, é claro, principalmente do Heavy Metal!

Todos estes estilos que eu citei, são totalmente opostos, mas todos tem um único objetivo: Transmitir para as pessoas um sentimento. E é isso que a música é, transmitir um sentimento! Seja de forma mais lenta, ou mais rápida, ou mais pesada, todas as músicas buscam o sentimento!

Por isso, por favor, não estraguem a música, com isso que vocês chamam de música! Vamos ser inteligentes e transmitir o sentimento, que afinal, é uma coisa tão ótima.

E é claro, como um bom Metalhead, eu não poderia deixar de dizer: INCREASE THE SOUND, GLORY TO THE METAL!

Até breve!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

E a chuva cai...

Boas!

Hoje, em mais um dia de ócio, cá estou para escrever no blog. E o ócio é exatamente o tema desta postagem. Dias de chuva, como hoje aqui na minha cidade nos levam a pensar, pensar em tudo, em todos. Dia de ficar em casa, ou em algum lugar, olhar para a chuva, refletir.

A "falta do que fazer" às vezes é sim interessante, aposto que você já teve aquele pensamento maluco sobre tal assunto, ou tentar aquela revolução na sua vida, mas só durar aquele momento, por falta de empenho ou mesmo por você estar "divagado". Pois é, o que nosso cérebro nos prega peças, nos dá pensamentos bons e ao mesmo tempo uma coragem falsa, ou quem sabe verdadeira!

Por isso, aproveite estes momentos para tirar aquela sua ideia do fundo do poço, a tentar colocar ela em prática, afinal, foi em um momento desses que eu comecei a escrever aqui no blog nesta semana! Pensamentos, pensamentos, esse é o objetivo do blog, registrar meus pensamentos e minha opinião.

Agradeça a cada dia sua inteligência, pois com ela, você faz coisas belas!

Até mais!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O meteorito realmente caiu no lugar certo?

Bom, saudações!

Como foi noticiado há dois dias, caiu um meteorito na Rússia (o qual pode ser visto aqui). O estrago foi grande, causou cerca de 1000 feridos, a maioria pelos estilhaços das janelas, enfim. Mas a pergunta que eu tenho é: O meteorito realmente caiu no lugar certo?

Essa foto me chamou um pouco a atenção, feita por uma página do Facebook que critica nossa país, critica muito bem aliás. Eu acho que esse interesse por derrubar todos os políticos do Brasil não tem muito fundamento, e eu vou explicar o por quê: Acho que sim, há muitos políticos corruptos e que merecem não só um meteorito na cabeça, merece muita coisa em conta da corrupção, entretanto, apesar de ser minoria, há lá no congresso políticos que fazem por merecer onde estão e estão batalhando dia a dia para tentar dar o melhor pra você e derrubar os corruptos. E também querem que VOCÊ comece a ter interesse na política, pois estes mesmos políticos corruptos estão fazendo festa em cima de sua ingenuidade e desinteresse da política. Se, pelo menos uma pequena parte dos Brasileiros se unissem em uma boa causa para a política, acho que em alguns anos veríamos sim evolução. Eu já estou tentando fazer a minha e ainda quero fazer mais em prol da política justa, falta você aí que está lendo, se juntar e continuar.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

...E lá se foi mais um Papa...

Boas pessoal! Tudo bom?

Bom, o título diz tudo, e lá sei foi mais um Papa! Uma renúncia do Papa é um tanto quanto diferente, um cargo tão aclamado, e tudo mais na sociedade Cristã. O Papa não tem lá seus méritos por ser supostamente o cargo de "transmitir amor e paz na sociedade". Aposto que deve ter muito amor até 2005 quando ele acobertava casos de pedofilia por TODO o mundo antes de assumir o cargo Papal. E também aposto que deve ter muita paz quando ele participou da Segunda Guerra Mundial pelos Nazi (apesar de que na época, havia apenas duas opções para servir: ou você serve, ou você morre).

Entretanto, espero que dessa vez escolham um Papa com um minimo de sabedoria em "comandar" uma religião tão grande a agradar a todos os seus fiéis. Não estou dizendo que esse é um Papa ruim, mas, vamos lá, seu passado não é dos melhores.

Obrigado, até mais!