Em uma janela de uma casa de madeira, existia uma criaturinha pequena, mas não menos humana que o resto da população. Ah, eu já disse que estávamos no Século XV? Então, estávamos no Século XV. Mas continuando, essa criaturinha curiosamente atendia pelo nome de Snow, que é o mesmo do meu coelho, o mesmo de um filho bastardo e o mesmo de um presidente sem escrúpulos, isso não a fazia pior que o tipo de gente que tínhamos na face do planeta que supostamente chamamos de Terra, o que eu acho uma baita falta de criatividade.
Esta criaturinha, sedenta por cerveja, tavernas e espadas, era praticamente dizimada pelas pessoas que a rodeavam na Burcásia, uma pequena vila da Bulgária, horrivelmente por medir 1,49m e ser do sexo masculino, do qual sequer podia responder sobre, pois a altura não se controla correto? Errado, pelo menos para Snow, que tentava de todos os meios para ao menos crescer.
E foi em uma bela tarde com neve – curiosamente para fazer jus ao seu nome – que Snow conheceu o mago Hadaguin, bastante famoso no entorno da Burcásia e as mini-vilícolas do sudoeste da Bulgária.
– Hadaguin, mago aprovado pela Ordem dos Pelor, título dado por nada mais nada menos que Merlin, há 200 anos vivo e distribuindo a palavra dos magos-com-a-barba-maior-que-a-responsabilidade no mundo.
– Snow, não sou um filho bastardo nem comando Panem, só para avisar.
– Ah, bom saber, após ouvir seu nome eu já estava preparando meu abrasco aborio, magia que eu inventei há alguns dias do qual transforma os seres que encontro em coelhos sem pressa, porque de coelhos apressados o mundo já está cheio!
– Bom, eu gostaria de saber se você, o célebre dentre dos os magos dos Pelor, teria uma poção de crescimento.
– Eu até teria, mas não tenho os ingredientes para fazer e preciso ir atrás deles, digo que não é fácil, aliás.
– O que estamos esperando?
– Não sei, o que você está esperando?
– Crescer.
– Isso pode ser facilmente derrubado com a minha mais nova poção do crescimento.
– É disso que estamos falando.
– Certo – falou Hadaguin, enquanto coçava sua barba com sua varinha –, eu tenho a receita, sei onde achar, partiremos ao amanhecer?
– Ao anoitecer, não gosto muito de pegar sol, você sabe, neve e sol não se dão muito bem.
– Justo.
Agora você deve estar se perguntando se eles conseguiram a poção de crescimento, certo? Bom, isso já é um tema para uma outra estória de um outro dia qualquer...
Esta criaturinha, sedenta por cerveja, tavernas e espadas, era praticamente dizimada pelas pessoas que a rodeavam na Burcásia, uma pequena vila da Bulgária, horrivelmente por medir 1,49m e ser do sexo masculino, do qual sequer podia responder sobre, pois a altura não se controla correto? Errado, pelo menos para Snow, que tentava de todos os meios para ao menos crescer.
E foi em uma bela tarde com neve – curiosamente para fazer jus ao seu nome – que Snow conheceu o mago Hadaguin, bastante famoso no entorno da Burcásia e as mini-vilícolas do sudoeste da Bulgária.
– Hadaguin, mago aprovado pela Ordem dos Pelor, título dado por nada mais nada menos que Merlin, há 200 anos vivo e distribuindo a palavra dos magos-com-a-barba-maior-que-a-responsabilidade no mundo.
– Snow, não sou um filho bastardo nem comando Panem, só para avisar.
– Ah, bom saber, após ouvir seu nome eu já estava preparando meu abrasco aborio, magia que eu inventei há alguns dias do qual transforma os seres que encontro em coelhos sem pressa, porque de coelhos apressados o mundo já está cheio!
– Bom, eu gostaria de saber se você, o célebre dentre dos os magos dos Pelor, teria uma poção de crescimento.
– Eu até teria, mas não tenho os ingredientes para fazer e preciso ir atrás deles, digo que não é fácil, aliás.
– O que estamos esperando?
– Não sei, o que você está esperando?
– Crescer.
– Isso pode ser facilmente derrubado com a minha mais nova poção do crescimento.
– É disso que estamos falando.
– Certo – falou Hadaguin, enquanto coçava sua barba com sua varinha –, eu tenho a receita, sei onde achar, partiremos ao amanhecer?
– Ao anoitecer, não gosto muito de pegar sol, você sabe, neve e sol não se dão muito bem.
– Justo.
Agora você deve estar se perguntando se eles conseguiram a poção de crescimento, certo? Bom, isso já é um tema para uma outra estória de um outro dia qualquer...